O Domingo foi ao sábado e o passeio só podia ser um: descer a Avenida da Liberdade gritando 25 de Abril sempre, enchendo o peito da alegria. E que alegria havia ali, era espessa, colorida, vibrante, irei retirá-la em micro doses quando dela precisar. Este ano impressionou-me a presença de tantos jovens e, entre eles, de tantas mulheres. O corpo que acorda moído do cansaço desta festa é um corpo renovado.
Nota: difícil captar fotos sem rostos e sem permissão não me arrisco a trazê-los, não partilho da ideia de que quem está no espaço público se sujeita a ser fotografado/a e a foto tornada pública. Contudo, muitos aqui ofereciam sem receio e até com orgulho o seu rosto à câmara e até isso era bonito.
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