Tanto que gosto de Alcácer. Tanto que passeei naquela avenida com amores, amigos, sozinha. Impressionou-me tanto, não julguei possível. Na maior parte das vezes aquele caudal de rio preocupava-me, sempre a descer, às vezes parecia uma ribeira em vez do meu Sado.
Mulheres de Alcácer, hoje uma das que tem um comércio na Avenida disse: está tudo estragado mas eu estou viva, para a semana haverá bolos.
Hoje a homenagem possível, em formato de música, ao meu amado sul, olhar perdido em aves e arrozais.
~CC~
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