sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Centro gravítico

 


Do mais velho um abraço aconchegante.

Do mais novo um beijo repenicado numa das minhas bochechas,

São os rapazes do meu Sul.

Eu cresci com um homem doce e uma mulher fria. Mais tarde percebi que por trás do homem doce havia muita negligência e da mulher fria uma certa forma de cuidar. Tudo é mais complexo do que parece.

Hoje, em homens e mulheres a agressividade e a dureza afastam-me na mesma medida em que a delicadeza e a bondade me atraem como um centro gravítico sem fim. Mas a doçura não pode ser feita de excesso, uma alta concentração de açúcar não se dá com o meu sangue.

~CC~




8 comentários:

  1. No mundo, não há doçura sem senão, nem frieza que não se acabe CC.
    Acredito que neste seu belo entardecer, já saiba o que é digno da sua atração ou merecedor do seu afastamento, mas que mantenha sempre a janela do seu coração aberta.
    Gostaria de lhe escrever um poema em prosa, mas infelizmente só os sei ler:

    "Como ele (o serviço de loiça das flores verdes e azuis estilizadas), também prefiro pensar em mim como alguém que o vento levou até ao coração de algumas pessoas, e que os pedaços que repousam são sementes que a seu modo próprio modo germinarão."

    Este é seu.

    ResponderEliminar
  2. Os rapazes do sul são uns queridos.
    E cuidado com açúcares excessivos, a CC não os prefere. Diz o povo que "tudo que é demais enjoa".
    Bom fim de semana prolongado.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Bea. açúcar q.b.
      Aproveito as abertas...espero que a Bea também.
      ~CC~

      Eliminar
  3. Nem tudo o que parece, é.
    Bom fim de semana, saúde!

    ResponderEliminar
  4. Nem sempre é fácil percebê-lo António, às vezes demoramos.
    ~CC~

    ResponderEliminar
  5. É o que eu chamaria de doce sem pôr açucar - a medida certa :) também estou assim...

    ResponderEliminar
  6. Seja bem vinda Olvido para um café sem açúcar mas com uma bolachinha a acompanhar:)
    ~CC~

    ResponderEliminar

Passagens